Sindicatos das empresas transportadoras de cargas e as polícias de Campinas e Piracicaba vão adotar as estratégias utilizadas em Santos para combater o roubo de cargas. Essas entidades se reuniram, ontem, na Cidade, para conhecer o sistema de prevenção a esse tipo de crime feito pelas autoridades da região. O encontro ocorreu pela manhã no 6º Batalhão da Polícia Militar do Interior (BPMI), em Santos, com a participação de representantes das políticas Militar, Rodoviária, Civil e de prevenção ao roubo de cargas, além das associações de classe do setor.
Segundo o presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Comercial de Carga do Litoral Paulista (Sindisan), Marcelo Marques da Rocha, as autoridades de Campinas e Piracicaba se surpreenderam com o resultado do sistema desenvolvido na região.
O roubo de cargas de caminhões acarreta um aumento no custo de transportes, devido ao custo do gerenciamento de riscos, onde se inclue o seguro.
A Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal e as Polícias Civil e Militar nos Estados estão desenvolvendo um trabalho sério para combater esse mal.
O grande problema é que as quadrilhas estão cada vez mais especializadas e envolvem receptadores das cargas que não são bandidos “pé-de-chinelo”.
A luta tem que ser nacional e, paralelamente, local.
Como vem ocorrendo em Santos e se tornando referência.
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