O controle do tráfego aéreo a partir de 2017, em todos os países do mundo, será feito por “constelações de satélites” que enviarão informações diretamente para os aviões, o que dispensará o trabalho dos controladores de vôo.
A afirmação foi feita nesta quinta-feira, 19, em reunião fechada da Comissão de Viação e Transporte, na Câmara, pelo presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), brigadeiro José Carlos Pereira, e divulgada pelo presidente da comissão, deputado Eliseu Padilha (PMDB-RS).
A reunião da comissão foi convocada para que José Carlos Pereira falasse sobre soluções para a crise no setor de controle do tráfego aéreo. Inicialmente, seria uma audiência pública, mas, como só sete dos 29 integrantes da comissão estavam presentes, Padilha resolveu promover uma reunião fechada para ouvir o brigadeiro.
De acordo com o relato de Padilha, Pereira disse que, no sistema de controle de tráfego aéreo do futuro, as “constelações de satélites” servirão a três blocos de países, que terão sistemas próprios: as nações da União Européia; Estados Unidos e Canadá; e Rússia. Os demais países terão duas opções: ou criarão seu próprio sistema, ou se integrarão a um desses três blocos.
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Essa é uma solução, talvez, definitiva.
Vamos aguardar os acontecimentos.
2017 está muito longe!
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