Os projetos de consolidação da retomada da indústria naval fluminense começam, finalmente, a sair do papel. Estão previstos para este mês, além da assinatura do contrato de construção das nove embarcações encomendadas pela Transpetro, subsidiária da Petrobras, aos estaleiros Mauá Jurong, de Niterói, e ao Consórcio Rio Naval, a autorização que faltava para o Mauá começar a construir também dois dos dez navios confiados a ele e ao estaleiro Ilha do Governador, o Eisa, pela estatal Venezuela de petróleo, PDVSA.
Superadas as barreiras burocráticas, a previsão do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, José Mascarenhas, é de que, a partir de outubro, os estaleiros comecem a trabalhar a todo vapor, gerando cerca de 50 mil empregos direitos e indiretos, dez mil deles só para Niterói.

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Esse movimeto comprova e consolida – principalmente nos últimos quatro anos – a retomada da indústria naval brasileira, que teve seu auge até meados dos anos 80.


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