O governo de Minas deverá publicar nos primeiros dias de abril um edital para recuperação de 320 quilômetros de rodovias estaduais, no valor de R$ 38 milhões, que tem como novidade a exigência de a construtora vencedora também se responsabilizar pela conservação das estradas nos quatro seguintes após a entrega da obra. “Antes, a empreiteira virava as costas para a rodovia, depois de concluído o serviço. Agora, o compromisso permanece e se houve algo mal feito, ela mesma vai reconstruir “, declarou o vice-diretor do Departamento de Estadas de Rodagens, Fernando Janotti.
Há dois anos, a secretaria estadual de Transportes decidiu incluir, experimentalmente, a manutenção, por quatro anos, no contrato de restauração de 360 quilômetros de estradas pavimentadas na região metropolitana de Belo Horizonte. As autoridades acreditavam que, com essa iniciativa, o governo se livraria do tormento que se repetia a cada ano, no período das chuvas, quando o asfalto era destruído e não havia verbas disponíveis para sua recuperação.

O Governo Federal já vem utilizando essa estratégia, há alguns anos, através do CREMA, que é uma forma de contratação em que a empresa tem que restaurar e manter a rodovia, num período de cinco anos. Em nível federal, a meta é ter toda a malha sob contratos tipo CREMA. É possível que essa meta seja atingida em 2009.


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